Três vezes por semana

Pedreiro é preso suspeito de estuprar enteada por sete anos; garota está grávida

Em depoimento, adolescente relatou que desde quando tinha oito anos era obrigada a manter relações sexuais com o padrasto pelo menos três vezes na semana


Da Redação
Do Mais Goiás | Em: 04/09/2019 às 11:43:37

Pedreiro que também é pastor é suspeito de cometer abusos  ao menos três vezes por semana  (Foto: divulgação/PC)
Pedreiro que também é pastor é suspeito de cometer abusos ao menos três vezes por semana (Foto: divulgação/PC)

Um homem de 57 anos, que trabalha como pedreiro, e também é pastor em uma igreja evangélica foi preso suspeito de estuprar, durante sete anos, sua enteada. Na delegacia, a adolescente, que hoje tem 15 anos, e está grávida de seis meses contou que era obrigada a manter relações sexuais com o padrasto pelo menos três vezes por semana.

A mãe da garota, segundo a delegada Ana Elisa Borges, titular da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Goiânia, só procurou a polícia quando percebeu que a filha estava grávida. Em depoimento, a mulher afirmou que nunca desconfiou dos estupros, uma vez que, por trabalhar como diarista, sai sempre muito cedo de casa, no horário em que o companheiro e a filha ainda estavam dormindo.

“A filha relatou que a maioria dos casos realmente aconteciam bem cedo, uma vez que o padrasto era quem ficava com ela sozinho na casa pela manhã. Depois dos crimes, ele a deixava na escola”, relatou a titular da DPCA de Goiânia. Ao ser interrogado, o suspeito, que não teve o nome divulgado  para evitar a identificação da vítima, negou o crime, mas não soube explicar porque a enteada e sua companheira o acusavam de algo tão grave.

Localizado e preso em Goianira, o pedreiro foi levado para a Casa de Prisão Provisória, no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia logo após ser ouvido na DPCA de Goiânia. Segundo Ana Elisa Borges, ele responderá por estupro de vulnerável, em decorrência dos crimes que praticou quando a enteada tinha menos de 14 anos, e também por estupro, já que a violência sexual ainda continuava. Se condenado, o pedreiro pode passar até 30 anos na cadeia.